PARASITIC

 120 CÁPSULAS DE 650 MG

"O PARASITA SÓ PRECISA DE TER SORTE UMA VEZ, O TURISTA PRECISA DE TER SORTE TODOS OS DIAS"

 

A maior parte das infeções por parasitas não tem sintomas para além de febre e cansaço.

 

Descrição: Combinação sinérgica de plantas da floresta Amazónica tradicionalmente usadas na América do Sul contra parasitas, amebas, protozoários, e / ou com actividade antimalárica.

Usos Tradicionais: Para infecções parasitárias e amebianas, malária, tripanossomíase e esquistossomose (bilharzíase).

Ingredientes: Quina (Quassia officinalis), simarouba (marupá), boldo (Peumus boldus), fedegoso (Cassia occidentalis), carqueja (Baccharis genistelloides), quinina (Cinchona succirubra), erva tostão (Boerhaavia diffusa), epazote (Chenopodium ambrosioides), anamu (Petiveria alliacea) e graviola (Annona muricata).

Sugestão de uso: Tome 2-3 cápsulas (650 mg cada) duas vezes ao dia com as refeições (dependendo do peso corporal).

Deve ser tomada em conjunto com o Probiosan®

Contra-Indicações: Não deve ser usado durante a gravidez ou durante o aleitamento.

Interacções medicamentosas: Nenhuma relatada.

Precauções:

Várias plantas nesta fórmula têm sido documentadas com propriedades hipotensoras. Indivíduos com baixa pressão arterial devem ser monitorados mais de perto para este possível efeito.

Esta fórmula é mais eficaz se for administrada durante um mínimo de 40 dias.

Não exceda 9 cápsulas diárias. Exceder a quantidade recomendada pode causar dores de estômago.

Uma dose profiláctica de 2 cápsulas, duas vezes ao dia, pode ser usada quando viajar para áreas infestadas com a malária e parasitas.

 

Propriedades:

Quina demonstrou ter acção antiparasitária, antiamebiana, antimalárica, em diversos testes de laboratório.

Simarouba contém quassinoides (incluindo ailanthinone, glaucarubinone e holacanthone) que foram documentados como antiprotozoários, antiamebianos e com acção antimalárica.

Boldo é anti-helmíntico, antibacteriano, antifúngico, anti-inflamatório, antimicrobiano, antioxidante, carminativo, colagogo, vermífugo.

 Fedegoso é usado para muitos tipos de infecções parasitárias nos países tropicais onde cresce. Pesquisas feitas ao longo dos anos sobre as suas folhas demonstraram as suas propriedades antiparasitárias e antimaláricas.

Carqueja contém vários diterpenóides clerodânicos que os cientistas documentaram como potente vermífugo e tem acção anti-helmíntica.

Quinina tem sido documentada como antiprotozoária, antiespasmódica, antimalárica, antipirética e antiparasitária. Relatórios recentes indicam que extractos da casca de quinina são eficazes contra as cepas de malária resistentes aos medicamentos.  

Erva tostão demonstrou possuir propriedades antiamebianas in vivo e in vitro.

O extracto da folha do Epazote foi dado a 72 crianças e adultos com infecções parasitárias intestinais num estudo clínico. O extracto de folha de epazote demonstrou ser eficaz em 100% dos casos, contra os parasitas intestinais comuns, Ancilostoma e Trichuris, e 50% eficaz contra Ascarides. Em 2001, trinta crianças com lombrigas intestinais foram tratados com epazote. O desaparecimento dos ovos de Ascaris ocorreu em 86,7%, enquanto a carga parasitária diminuiu em 59,5%. Além disso, este estudo também relatou que epazote foi 100% eficaz na eliminação de Hymenolepsis nana (ténia humana comum).

Anamu foi documentado como tendo actividade antiprotozoária e  antitripanossoma.  

 

PESQUISAS E ESTUDOS PUBLICADOS POR PESQUISADORES SOBRE AS PLANTAS DO PARASITIC

Antimalarial, Antiparasitic, & Antiamebic Actions: Simarouba amara
Muganza, D., et al. "In vitro antiprotozoal and cytotoxic activity of 33 ethonopharmacologically selected medicinal plants from Democratic Republic of Congo." J Ethnopharmacol. 2012 May 7;141(1):301-8.
Garcia, M., et al. "Activity of Cuban Plants Extracts against Leishmania amazonensis." ISRN Pharmacol. 2012;2012:104540.
Francois, G., et al. ”Antimalarial and cytotoxic potential of four quassinoids from Hannoa chlorantha and Hannoa klaineana, and their structure-activity relationships.” Int. J. Parasitol. 1998; 28(4): 635-40.
Franssen, F. F., et al. “In vivo and in vitro antiplasmodial activities of some plants traditionally used in Guatemala against malaria.” Antimicrob. Agents Chemother. 1997; 41(7): 1500–3.
Wright, C. W., et al. “Quassinoids exhibit greater selectivity against Plasmodium falciparum than against Entamoeba histoyltica, Giardia intestinalis or Toxoplasma gondii in vitro." J. Eukaryot. Microbiol. 1993; 40(3): 244–46.
Kirby, G. C., et al. “In vitro studies on the mode of action of quassinoids with activity against chloroquine-resistant Plasmodium falciparum.Biochem. Pharmacol. 1989; 38(24): 4367–74.
O’Neill, M. J., et al. “Plants as sources of antimalarial drugs, Part 6. Activities of Simarouba amara fruits." J. Ethnopharmacol. 1988; 22(2): 183–90.
O’Neill, M. J., et al. “The activity of Simarouba amara against chloroquine-resistant Plasmodium falciparum in vitro." J. Pharm. Pharmacol. 1987; Suppl. 39: 80.
Monjour, I., et al. “Therapeutic trials of experimental murine malaria with the quassinoid, glaucarubinone.” C. R. Acad. Sci. Ill. 1987; 304(6): 129–32.
Trager, W., et al. “Antimalarial activity of quassinoids against chloroquine-resistant Plasmodium falciparum in vitro." Am. J. Trp. Med. Hyg. 1981; 30(3): 531–37.
Duriez, R., et al. “Glaucarubin in the treatment of amebiasis." Presse Med. 1962; 70: 1291.
Spencer, C. F., et al. “Survey of plants for antimalarial activity.” Lloydia 1947; 10: 145–74.
Cuckler, A. C., et al. “Efficacy and toxicity of simaroubidin in experimental amoebiasis.” Fed. Proc. 1944; 8: 284.
Shepheard, S., et al. "Persistent carriers of Entameba histolytica." Lancet 1918: 501.

Anthelmintic (worm expelling) & Antiparasitic Actions: Poemus boldus.
van Krimpen, M., et al. "Anthelmintic effects of phytogenic feed additives in Ascaris suum inoculated pigs." Vet Parasitol. 2010 Mar 25;168(3-4):269-77.
Morello, A., et al. “Trypanocidal effect of boldine and related alkaloids upon several strains of Trypanosoma cruzi.” Comp. Biochem. Physiol. Pharmacol. Toxicol. Endocrinol. 1994; 107(3): 367-71.
Johnson, M. A., et al. “Biosynthesis of ascaridole: iodide peroxidase-catalyzed synthesis of a monoterpene endoperoxide in soluble extracts of Chenopodium ambrosioides fruit.” Arch. Biochem. Biophys. 1984 Nov; 235(1): 254-66

Antimalarial, Antiparasitic & Insecticidal Actions: cassia senna
Panneerselvam, C., et al. "Adulticidal, repellent, and ovicidal properties of indigenous plant extracts against the malarial vector, Anopheles stephensi (Diptera: Culicidae)." Parasitol Res. 2012 Nov 29.
Kumar, S., et al. "Evaluation of 15 Local Plant Species as Larvicidal Agents Against an Indian Strain of Dengue Fever Mosquito, Aedes aegypti L. (Diptera: Culicidae)." Front Physiol. 2012;3:104.
Kundu, S., et al. "In vitro screening for cestocidal activity of three species of Cassia plants against the tapeworm Raillietina tetragona." J Helminthol. 2012 Mar 20:1-6.
Equale, T., et al. "In vitro anthelmintic activity of crude extracts of five medicinal plants against egg-hatching and larval development of Haemonchus contortus." J Ethnopharmacol. 2011 Sep 1;137(1):108-13.
Ibrahim, M., et al. "Senna occidentalis leaf extract possesses antitrypanosomal activity and ameliorates the trypanosome-induced anemia and organ damage." Pharmacognosy Res. 2010 May;2(3):175-80.
Tona, L., et al. “In vitro antiplasmodial activity of extracts and fractions from seven medicinal plants used in the Democratic Republic of Congo.” J. Ethnopharmacol. 2004 Jul; 93(1): 27-32.
Tona, L., et al. “In-vivo antimalarial activity of Cassia occidentalis, Morinda morindoides and Phyllanthus niruri.” Ann. Trop. Med. Parasitol. 2001; 95(1): 47–57.
Gasquet, M., et al. “Evaluation in vitro and in vivo of a traditional antimalarial, ‘Malarial 5.’” Fitoterapia 1993; 64(5): 423.
Schmeda-Hirschmann, G., et al. “A screening method for natural products on triatomine bugs.” Phytother. Res. 1989; 6(2): 68–73.

Anti-parasitic Actions: Bacharis genistelloides
de Oliveira, R., et al. "Schistosoma mansoni: in vitro schistosomicidal activity of essential oil of Baccharis trimera (less) DC." Exp Parasitol. 2012 Oct;132(2):135-43

Anti-Parasitic & Antimalarial Actions: cinchona officinalis
Willcox, M. "Improved traditional phytomedicines in current use for the clinical treatment of malaria." Planta Med. 2011 Apr;77(6):662-71.
Kumura, N., et al. “Synthesis and biological activity of fatty acid derivatives of quinine.” Biosci. Biotechnol. Biochem. 2005; 69(11): 2250-3.
Bertani, S., et al. “Evaluation of French Guiana traditional antimalarial remedies.” J. Ethnopharmacol. 2005 Apr 8; 98(1-2): 45-54.
Kanda, E., et al. “A female patient with malarial nephropathy.” Clin. Exp. Nephrol. 2004 Dec; 8(4): 359-62.
Pukrittayakamee, S., et al. “Quinine pharmacokinetic-pharmacodynamic relationships in uncomplicated falciparum malaria.” Antimicrob. Agents Chemother. 2003; 47(11): 3458-63.
Warhurst, D. C., et al. “The relationship of physico-chemical properties and structure to the differential antiplasmodial activity of the cinchona alkaloids.” Malar. J. 2003 Sep 1; 2: 26.
Pussard, E., et al. “Quinine distribution in mice with Plasmodium berghei malaria.” Eur. J. Drug Metab. Pharmacokinet. 2003 Jan-Mar; 28(1): 11-20.
Vieira, J. L., et al. “Drug monitoring of quinine in men with nonsevere falciparum malaria: study in the Amazon region of Brazil.” Ther. Drug Monit. 2001 Dec; 23(6): 612-5.
Aviado, D. M., et al. "Antimalarial and antiarrhythmic activity of plant extracts." Medicina Experimentalis—International Journal of Experimental Medicine 1969; 19(20), 79–94.


Antimicrobial Actions: boerhaavia hirsuta
Hilou, A., et al. "In vivo antimalarial activities of extracts from Amaranthus spinosus L. and Boerhaavia erecta L. in mice." J. Ethnopharmacol. 2006 Jan; 103(2): 236-40.
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Agrawal, A., et al. “Antifungal activity of Boerhavia diffusa against some dermatophytic species of Microsporum.” Hindustan Antibiot. Bull. 2003 Feb-2004 Nov; 45-46(1-4): 1-4.
Perumal, S. R., et al. “Ethnomedicinal plants from India.” J. Ethnopharmacol. 1999; 66(2): 235–40.
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Olukoya, D., et al. “Antibacterial activity of some medicinal plants from Nigeria.” J. Ethnopharmacol. 1993; 39(1): 69–72.
Awasthi, L. P., et al. "Effect of root extract from Boerhaavia diffusa L., containing an antiviral principle upon plaque formation of RNA bacteriophages." Zentralbl. Mikrobiol. 1986; 141(5): 415-9.
Aynehchi, Y. “Screening of Iranian plants for antimicrobial activity.” Acta Pharm. Suecica. 1982; 19(4): 303–8.
Verma, H., et al. “Antiviral activity of Boerhaavia diffusa root extract and physical properties of the virus inhibitor." Can. J. Bot. 1979; 57: 926–32.

PARASITIC  120 Cápsulas de 650 mg    Preço: 45.18€ .  Portes gratuitos se for  antecipadamente pago por MB ou transferência. À cobrança + 6.00€ - só para Portugal

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