A CAMELINA

Óleo Virgem 1ª pressão a frio

Camelina sativa é uma óleo-proteaginosa da família das crucíferas.

Planta herbácea anual com caules simples ou ramificados; inflorescências sem brácteas,  flores com sépalas erguidas e pétalas amarelas ; floração de Maio a Julho, polinização pelas abelhas e auto-polinização; frutos em silícula bojuda.
Comum em França, sendo mais rara nas regiões Mediterrâneas.

Nome vulgar : Linho bastardo ; Sésamo da Alemanha.

A cultura da camelina teve provavelmente o seu início no fim do Neolítico, espalhando-se do sudoeste da Europa até a Europa central.

 Foi cultivada pelo seu óleo desde a idade do Ferro até à Idade Média tendo começado a perder a sua importância. O seu valor voltou a subir a partir do sec. XIX, no Norte de França,  Pas de Calais e na Somme, por causa do seu óleo e da sua palha utilizada nas coberturas das casas e no fabrico de vassouras.

Hoje, é considerada quase como lucro puro a todos os níveis, por causa do seu teor em  Alfa-Linolénico ( ómega 3) mais de 45% e Linoleico 15 a 20%. É também muito rica em antioxidantes (tocoferol - vitamina E).
 

Camelina, por nós comercializada, é cultivada com muito amor e atenção numa exploração familiar, pela família Rouillard.

 

As Boas Gorduras: os ácidos gordos de tipo Ómega-3.

 

Ómega-3: alternativa aos ANTI-INFLAMATÓRIOS e antioxidante.

 

Os ácidos gordos essenciais são aqueles que o nosso organismo é incapaz de fabricar e que são fundamentais para o seu bom funcionamento. Estes estão divididos em Ómega 6 e Ómega 3, conhecidos cientificamente como ácidos gordos polinsaturados. Os ómega 6 estão em muitos óleos e gorduras da carne. O Ómega 3 é um ácido gordo muito sensível à luz e ao calor. Pode ser encontrado em óleos vegetais, como o óleo de Onagra, Borragem, Camelina e em peixes de águas frias - salmão, sardinha, cavala e truta. Eles têm uma função oposta no organismo, realizando um equilíbrio. Ora actualmente, a nossa alimentação traz-nos demasiados omega 6 - cujo excesso favorece o aparecimento de doenças cardiovasculares e de certos cancros - e pouco ómega 3. A proporção é actualmente em média de 17 para 1 enquanto devia ser de 5 para 1.

Além disso, O Ómega-3 funciona como alternativa aos medicamentos anti-inflamatórios. Uma alimentação equilibrada permite obter 50% de redução nas doenças do coração e também auxilia em 40% na redução de inflamações e alergias.

Estudos realizados mostraram que os efeitos biológicos do ómega-3 são numerosos :

· Diminuição dos níveis de colesterol, diminuição da coagulação sanguínea, menor agregação plaquetária e produção de compostos anti-inflamatórios, explicando assim os efeitos benéficos para as doenças cardiovasculares, lutando contra as placas de gordura que se formam nas artérias. Estas, quando se desprendem das paredes, provocam AVC, crise cardíaca (enfartes), isto é, embolia.

· Redução do risco de cancro de 60%: as mulheres que têm taxas baixas de ómega 3 na gordura têm mais risco de reincidência de cancro da mama.

· Aumento da resistência ao stress e ansiedade: dois estudos apontam que quem tem falta de ómega 3 apresenta mais perturbações depressivas e menos eficácia intelectual. Um efeito benéfico na prevenção da doença de Alzheimer é também provável. Convem sempre tomar os complementos de ómega 3  com antioxidantes (vitaminas A, C, E, selénio, zinco ) ou com fruta a fim de ele não se oxidar.

 

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